Entenda por que o Flamengo escolheu o BRB e não a Amazon

Cotada como a principal empresa interessada em estampar a sua marca no uniforme do Flamengo nos últimos meses, a Amazon acabou vendo o banco BRB ser anunciado como a mais nova parceria do clube. Mas, afinal, por que as conversas desandaram e ela não assumiu o patrocínio master do uniforme rubro-negro?

Explica-se: Antes da paralisação do futebol, a ideia do Flamengo era romper com o BS2 - cogitando levá-lo para as mangas, e fechar com a empresa norte-americana. Porém, com a paralisação devido a pandemia, o cenário mudou. Quando retomadas as negociações, a Amazon mudou os valores da sua proposta, principalmente no que se tratava do tempo de contrato. Anteriormente, a diretoria encabeçada por Rodolfo Landim esperava a quantia de R$ 40 milhões por ano. Ela foi mantida, mas o período estendido para 18 meses, e não mais 12 (uma temporada). Ou seja, uma redução de 30% em relação ao início das conversas. Para efeito de comparação, com o Banco BRB, o valor acordado foi de R$ 35 milhões por ano, além de variações conforme a abertura de novas contas e contratação de outros serviços do banco.

Foto: Divulgação
As conversas entre o rubro-negro e a plataforma digital, no entanto, não param por aí. Isso porque, com a MP 924/2020 editada por Bolsonaro na última quinta-feira (18), a empresa ganhou a oportunidade de assumir os direitos de transmissão streaming do Flamengo no Campeonato Carioca neste momento. Além do mais, com a saída em definitivo do BS2, que tinha prioridade sobre as mangas da camisa, a Amazon terá a chance de estampar a sua marca no local. Para isso, o clube da Gávea quer valores de R$ 15 a R$ 20 milhões.

Rodolfo Landim esperava a quantia de R$ 40 milhões por ano. Ela foi mantida, mas o período estendido para 18 meses,

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